quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Chegamos em Casa

No dia 11/02 acordamos perto das 10:00, tomamos um café e voltamos para o hotel tomar um bom banho, sair para trocar dólares por hotel, procurar o banco do Brasil para sacs, fazer ligações para seguradora do cartão de crédito e do carro, ligações para casa, enfim, apesar de bem longe de casa, estávamos no Brasil e nunca sentimos tanta falta do Brasil e tanta alegria de estar de volta como sentimos nesta segunda-feira.


As 12:35 pegamos nossas bolsas, saímos do hotel e seguimos viagem com destino a Criciúma.

Almoçamos numa churrascaria as 14:22, a comida não estava muito boa, mas era o melhor almoço que tivemos nesses últimos dias.

As 18:25 chegamos a 7.000 km rodados, estávamos no município de Cachoeira do Sul.

As 19:15 começaram os pedágios, sendo o primeiro R$ 5,40 e depois desse tivemos mais três pedágios.

Pegamos mais chuva forte e novamente tivemos que colocar uma toalha no buraco que ficou no lugar do vidro para que não molhasse tudo dentro do carro.

Próximo as 02:00 da madrugada chegamos em Criciúma, com 7.476 km rodados no total.

Fim

Fomos roubados de novo - Roubo número 3

No dia 10/02 acordamos cedo tomamos o café no posto que ficamos estacionados, no café para variar tivemos que comer “medialuna” uma espécie de um “croissant” no formato de meia lua, ele é bonzinho, mas todos os dias serviam isso, que acabou enjoando.

Decidimos nesse dia que iríamos dirigir até atravessar a divisa da Argentina com o Brasil, queríamos sair logo da Argentina.

No caminho passamos por vários pedágios, os pedágios na Argentina são baratos, em relação ao Brasil e o Chile.


As 17:15 paramos para abastecer o carro e nossa barriga também, pois seria o nosso almoço. No restaurante do posto, tivemos que rir um pouco com as meninas atendentes, pois quando pedimos uma “gazeosa” ou seja um refrigerante, ela nos ofereceu um “sorvete” imaginem... só que sorvete na Argentina é canudo e o nosso sorvete la é hellado.

Almoçamos um sanduíche com coca-cola e então seguimos viagem.

As 17:35 um carro da polícia saiu da moita ligou a sirene e nos fez parar, o Elton estava dirigindo.

Eles são muito corruptos e na cara dura nos pediram dinheiro, eu fui conversar depois com eles, mas como sou pavio meio curto, sabia que não ia da muito certo ficar la conversando com eles.

O Elton foi conversar e então o custo da brincadeira foi de U$ 100 dolares, isso mesmo eles pediram em dólares. Isso foi pior do que o arrombamento do carro na cidade de Mendoza, pois ser roubados por quem é pago para nos proteger, como diz o comercial da Mastercard... Não tem preço.

As 19:10 chegamos ao 6.000 km rodados.

Quando achávamos que nossos problemas tinham sido suficientes, por nossa surpresa o tempo fechou e começou a chover, choveu muito, paramos e colocamos uma toalha no lugar do vidro que foi quebrado, aquilo deu mais trabalho do que criar porco na corda, um dirige, outro segura, outro olha o mapa, e por ai vai...

As 02:00 da manhã chegamos na Aduana Argentina, que para sair do país é muito fácil, entramos no Brasil que não tinha controle algum, ou seja todo mundo entra e como quizer, e com o que quizer, essa país é uma mãezona mesmo. Por que não barram e dificultam os Argentinos, como fazem com nós brasileiros lá?

Olha a placa do carro argentino, ninguém merece hehehe



Fomos roubados na Argentina - Roubo número 2

No dia 09/02 quando acordamos as 09:00 quando então fomos tomar um café que por sinal estava muito bom, pegamos as bolsas, mochilas, e andamos as 12 quadras para ir até o carro, num consenso a maioria não quis pagar o táxi para irmos até o carro, pois depois tínhamos que pagar um taxista para nos tirar da cidade.

Meia hora depois com as pernas bambas, com um monte de bolsa nas costas, chegamos no carro e procuramos um taxista que depois de tanto explicar para ele no “portunhol” precisaríamos da ajuda dele para nos levar até a saída da cidade para pegarmos a rua sentido Argentina.


Ele nos cobrou 5.000 pesos e nos levou até um ponto e disse para seguirmos adiante, acontece que chegamos num ponto que não era onde tínhamos que sair, então entra aqui, quebra ali, paramos numa autorizada da ford, e o cara nos orientou que seguindo reto e entrando no segundo semáforo a direita era a rua que sairíamos do Chile.

Tivemos uma parada de 20 minutos, pois a estrada estava em meia pista por reforma.

Novamente estávamos costeando a cordilheira dos Andes, a ultima cidade da divisa do Chile com a Argentina é Los Andes e a paisagem é sem comentário, muito bonita, parecia que as montanhas, as quedas dágua, a neve descendo nos topos da montanha foram desenhadas, pintadas numa tela. O Aconcágoa é muito lindo.

As 15:00 passamos pela Aduana Chilena, que foi muito rápido, (mas também estávamos saindo do pais, era para ser rápido mesmo hehehe). As 15:30 chegamos na Aduana Argentina, uma fila enorme para entrar no país.

Ficamos 2:30 parados quando então fomos atendidos, questionados, muita burocracia para preencher, mais perguntas, fizeram eu abrir o “baú” abrir todas as bolsas, e falar o que tinha dentro e ele conferir, ninguém merece esse país, ele viu minha câmera, e viu que é uma câmera muito boa, achou que eu tinha comprado no Chile e então queria a declaração da mesma, como que eu iria declarar se quando entrei nos dois paises não nos pediram para declarar nada, pensei então que ele queria ficar com a câmera, eu disse que eu a comprei no Brasil e fiquei batendo o pé, até que cansei o cara e ele mandou irmos embora, joguei as bolsas para dentro do baú de qualquer jeito e então saímos da Aduana, entramos na Argentina e fomos sentido a ciudad de Mendoza.

As 20:05 completamos 5.000 km rodados e as 20:47 chegamos na cidade de Mendoza. Estacionamos o carro no centro da cidade, numa rua em frente a um condomínio, uma rua bem clara e próxima a uma praça que estava bem movimentada, pegamos nossas muchilas e fomos procurar um hotel para tomar um banho e sair para comer e conhecer a cidade.

A cidade é muito bonita e não faltam bares e restaurantes, mas hotéis não tem muitas opções e por ser uma cidade turísticas os hotéis são muito caros. Então fizemos o seguinte, voltamos ao carro, deixamos as mochilas e fomos jantar para depois irmos procurar um hotel numa cidade pequena próxima.

Voltamos a praça central e vimos um restaurante grego, porém com uma “carta” bem complicada para se entender, escolhemos algo que parecia ser familiar para nós ou seja carne com batatas fritas novamente.

Pedimos uma cerveja também e a cerveja era servida em jarra, isso mesmo uma jarra de um litro, tomamos a jarra em dois, e com a sede que estávamos, logo a jarra estava vazia hehe.

Logo começou a cantar um mexicano, com uma roupa caracterizada, mas um som tão alto que não dava para escutar nem o que a garçonete falava. Imagine nós em entender direito, sem a garçonete nos entender também e ainda sem escutar direito (risos), pois é, a situação é complicada....

Comemos o bife com batatas fritas, pagamos a conta e então fomos para o carro.

SURPRESA, recebemos a visita nada boa, alguém tinha quebrado o vidro esquerdo do carro do lado caroneiro, porta traseira, nos assustamos com a surpresa e fomos contabilizar o prejuízo.

Meu roubaram uma bolsa, com a estatueta do buda que comprei em Antofagasta, deu um trabalho para carregar aquilo na mão... e mais algumas coisas dentro da bolsa que não lembro exatamente o que tinha, o Elton roubaram uma bolsa com camisetas e cuecas, o azarado e desorganizado do Marcelo é que tomou na cola... Levaram uma muchila dele com os seguintes itens:

- Um telefone celular

- Uma câmera fotográfica digital

- Baterias e estojo da câmera

- Calça jeans

- Bermudas

- Camisetas

- Bonés

- Óculos de sol

- Cuecas

- Lençol

- Bolsa de higiene pessoais (aqui tinha tanta coisa dentro que não da para relacionar, pois a lista é muitoooo grande hehehe)

- Perfumes

- Cartão de débito bancário

- Cartão de crédito

- Carteira com dinheiro em reais

- Documento CPF

- Documento titulo de eleitor (para que a criatura foi levar titulo de eleitor para o Chile? hehehe)

- Carteira de reservista (Para que foi levar? Essa carteira não serve pra nada, a minha está guardada na gaveta desde meus 18 anos quando me alistei no exército)

- Permisso de entrada na Argentina (que situação!!!!)

- 10 pares de meias.

Chamamos a polícia para registrar um boletim de ocorrência, imagina de novo, falar no portunhol para explicar tudo...

Fomos para a delegacia, explicamos, fizemos o B.O. e enquanto dois estavam conversando com a escrevente de polícia um policial disse pra que um ficasse cuidando do carro e que cuidasse da carteira. Estávamos estacionado na frente da delegacia e nem num local assim estávamos seguros.

A uma hora da madrugada, saímos da cidade, encontramos um posto e dormimos no carro mesmo, uma vez que não encontramos um hotel próximo e não dava para deixar o carro estacionado com o vidro quebrado.















Na ciudad de Santiago

No dia 08/02, tomamos um café bem cedo e saímos de Vallenar as 08:12.

As 11:47 tivemos nosso primeiro pedágio, 2.200 pesos chilenos, em reais isso da 8,24, uma fortuna.

As 13:10 mais um pedágio de 2200 pesos.

Continuamos seguindo viagem, abastecimento aqui, mais três pedágios, paradinha para comer algo, polícia, e então 17:30 chegamos em Santiago.

Ao entrar em Santiago, uma metrópole grande com cerca de 6 milhões de habitantes, avenidas, ruas, entramos numa rua, sentido centro, chegamos na frente do exército e então decidimos estacionar a camioneta lá e ir a pé para o centro (nem sabíamos para que lado era o centro precisamos perguntar). Perguntamos e um senhor nos orientou que andando 12 quadradas a direita de onde estávamos iríamos encontrar o centro.

Seguimos conforme fomos orientado e então quase uma hora depois encontramos um hotel, perguntamos custos e serviços oferecidos e então como a recepcionista nos disse que pela região este era o mais barato ficamos neste mesmo. O custo é de 102 dólares ou 47.000 pesos.

Subimos ao quarto, é bem aconchegante, e então a fome bateu na rapaziada, descemos em seguida e fomos procurar algo para comer, como tinha mac donalds meia quadra do hotel, e os outros restaurantes tinha os “pollos”, então fomos no mac donalds, por mais que sabemos que não é uma alimentação adequada, pelo menos sabemos que é igual no mundo inteiro (risos).

Voltamos ao hotel, tomamos um merecido banho, claro que não precisa dizer que tem fila para banheiro, pois é um banheiro para dividir para três.

Descansamos um pouco e então já era quase 10:00, saímos eu e Marcelo para uma baladinha, o metrô fecha as 23:00.

Fomos no sentido Bellas Artes, na Rua Pio Nono é cheia de barzinhos, muito legais e bem movimentados, muitas mesas nas ruas nos dois sentidos. Entramos numa boate, era meio cedo e estava meio vazia, mas depois ficou bem cheia. Eu não fiquei muito tempo e então procurei um táxi e voltei para o hotel.

Percebi que os táxis em Santiago são muito barato, gastei 1500 pesos para me levar da Rua Pio Nono até o hotel que fica na estação Universidade Estadual do Chile.







Antofagasta e Pan de Azucar e Mano Del Deserto

No dia 07/02 saimos as 09:30 de Antofafasta, a saída da cidade foi bem complicada, pois falta muita sinalização e de vez em quando acabamos subindo o morro e parando nas favelas da cidade. Mas em 40 minutos conseguimos encontrar o caminho da saída e então pegar novamente a Ruta 5 a caminho de Santiago.

Meia hora depois a polícia nos parou nos perguntaram o que estávamos fazendo no Chile, pediram para abrir o “baú” para ver as malas e então me cumprimentou hehe e nos mandaram seguir viagem.

No caminho encontramos a “mano del deserto” uma mão de pedra bem grande. Paramos para tirar fotos.

As 13:00 a policia nos parou novamente e pediram documentos. Mostramos, o Elton estava dirigindo, mas por nossa sorte não pediram a carteira de motorista, ele não tem a carteira internacional, então se pedissem ele iria mostrar a carteira brasileira e eu iria contar uma historinha para os policiais, claro que de um jeito que eles não iriam entender nada, mas que iriam ficar de saco cheio e nos mandariam seguir (risos).

As 14:20 chegamos no “Pan de Azucar”, não tem nada haver com o Pão de Açúcar no Rio de Janeiro, mas a paisagem é muito bonita. Vimos pelicanos e flamingos na água cristalina do pacífico. Almoçamos num dos barzinhos da praia, comemos pra peixe empanado com tomates e coca-cola.

Depois do reforçado almoço fomos tirar fotos da praia e seguimos viagem, pois sabíamos que neste dia ainda não chegaríamos em Santiago, mas estaríamos mais próximo de nosso destino.

No caminho passamos por paisagens de praias muito bonitas e as 21:15 chegamos na cidade de Vallenar, procuramos um hotel para passar a noite.


Tínhamos três opções de hotéis, mas ficamos num que não era o mais barato, mas que aceitava cartão de crédito, pois nossos pesos chilenos estavam ficando escassos. A comida, hospedagem e combustíveis no Chile é mais caro que na Argentina e mais caro que o Brasil.

O hotel que ficamos é muito bom, tinha até uma sala, dois quartos, aquecimento a gás no chuveiro.

























quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Passeando por San Pedro de Atacama

Acordamos as 7:30 e saímos para tomar um café, chamado de desayjuno, pois o hostel não fornecia café da manhã.
Encontramos um barzinho que servia o desayjuno a partir das 7:00 da manhã e fomos conhecer.
O barzinho é muito bonito, um estilo próprio, como algo que ainda não tínhamos visto, quadros diferentes na parede, troncos de arvore na casa. Vimos o menu e não entendemos quase nada, então eu resolvi pedir uma panqueca com marmelada, acompanhada de café e suco de laranja.
Demorou muito para chegar a panqueca, e não veio quente. Em seguida veio um suco bem natural e muito gostoso... o café não veio, pedimos por duas vezes, quando então veio uma xícara muito grande, devia ter um meio litro de café.
Custou $ 2.300 pesos chilenos. Achamos muito caro.
Saímos do café e voltamos pro hotel, tiramos um pouco de pó do carro, pois não dava nem para entrar nele... Enquanto estávamos dando uma ajeitada no carro, chegou uma brasileira para conversar comigo e o Tom. Elas vieram do Rio de Janeiro e vieram de avião até Calama. Ela nos questionou se valia a pena vir de carro, pois viu a placa de Criciúma e disse que para quem é jovem tudo vale a pena. Depois chegou a outra e começou a conversar conosco, nos falando sobre as belezas naturais que tinha nas redondezas. Nos falaram que os geisers valem a pena por ser algo único, que tem somente aqui no Chile, o vale da muerte e da lua também é muito bonito, então saímos do hostal, nos despedimos delas e fomos procurar o único posto de gasolina da cidade. Chegamos no posto e o posto estava sendo abastecido, então somente uma hora depois podíamos abastecer o carro.
Resolvemos então ir conhecer os salares e o vale da muerte que fica a 4 km da estrada principal.
O vale da muerte são montanhas no deserto, sem nenhuma vegetação com areias que o pessoal usam para fazer snowboard. O acesso até o topo do vale é de difícil acesso, nem um carro 4x4 consegue chegar lá. Deixamos o carro até onde conseguimos que não atolasse e seguimos a pé.
A visão la de cima é muito linda, difícil de descrever.
Os salares são micro lagoas que estavam secas mas que estavam cheia de sais.
Depois de lá voltamos para San Pedro de Atacama e fomos abastecer o carro. A gasolina lá é $ 611 pesos por litro.
Enchemos o tanque e fomos sentido a Calama.
A estrada é muito boa, e uma hora depois 103 km estávamos em Calama. Entramos na cidade para conhecer e encontrar um local para comer.
Encontramos alguns restaurantes mas não entendemos muito o cardápio, então pedimos o prato que eles estavam servindo. Veio peixe a milanesa, salada de alface, salada de tomates e um molho e muita cebola. O prato acompanha um suco de laranja com banana muito gostoso. A cebola eu não comi, o resto tava muito bom. Custou $ 2000 pesos.
Saímos de Calama as 16:00 e seguimos rumo a Antofagasa. Esta é uma cidade litorânea no pacífico e portuária com 285 mil habitantes.
Chegamos nela, deixei o carro num ponto estratégico e andamos a pé pela cidade com o objetivo de encontrar um hotel. Encontramos alguns e optamos um com o custo de $ 36.000 pesos.
Tomamos um banho e então saímos para comer. Encontramos um shopping na cidade, e então encontramos um mac donalds. Como estamos enjoados com essa comida, fomos comer mac que custou 2.390 pesos.
Passeamos um pouco pelo shopping, comprei um negócio feito de madeira muito diferente e bonito.
Vimos uma máquina da coca-cola daquelas que funciona com moeda. Colocamos uma moeda de 500 pesos, apertamos nas latinhas do que queríamos e não tinha o refrigerante. Então pedimos a coca-cola mesmo. Não teve jeito da maquina nos dar a lata de coca-cola, então depois de muitas tentativas, fomos comprar água e refrigerante num bar na rua mesmo. Damos uma circulada pelo centro da cidade, retornamos pro hotel e fomos dormir para sairmos cedo desta cidade sentido a Santiago.
Daqui a Santiago são 1400 km.
Hoje ultrapassamos 3000 km rodados desde o dia que saímos de Criciúma.















Chegamos em San Pedro de Atacama

No dia 05 de fevereiro, passamos o dia viajando de San Antonio de Los Cobres até San Pedro de Atacama. A viagem é direto pelo deserto, muito ruim a estrada. Tem vezes que é preciso andar a 30 km por hora.
A viagem apesar de muito demorada até San Pedro, foi bem tranqüila. Nosso almoço teve que ser no meio do deserto as 13:00 da tarde. Comemos bolacha, suco de pêssego e chocolate, que tínhamos comprado no dia anterior a noite.
Chegamos em San Pedro de Atacama as 16:30.
A cidade é bemmmm pequena e tem um monte de casinhas, hotéis, barzinhos. É bem aconchegante.
Andamos bastante para encontrar um hostal. Os preços no chile é muito caro, comida e hospedagem mais caro que na Argentina e no Brasil.
Encontramos um hostal por $ 7.000 pesos chilenos. Cada 1 dólar vale 460 pesos chilenos.
Depois de encontrar o hostal, precisamos trocar dólar por moeda chilena. Todos tínhamos notas de 100 dolares, duas apenas, porém todas tinham manchas ou riscos de caneta e aqui no chile e também na Argentina, o pessoal não troca, pois dizem que o banco não aceita. Fomos em três casas de cambio e ninguém aceitou. Até que passamos na frente de uma outra e lá aceitaram trocar e nem falaram nada.
Trocamos a nota de cem dólares por 46.000 pesos cada um.
Fomos então para o hotel tomar um banho e trocar a roupa, pois aqui no deserto, tem muita areia barrenta e ficamos todo empoeirado.
Depois fomos encontrar algo pra comer.
A comida aqui no Chile é muito ruim. Eu comi um espaguete a bolognesa, nada parecido com o que temos no Brasil. O Marcelo e o Tom comeram Salmão com batatas a parmegiana. Eu não gostei, pois veio um prato com muito espaguete, dava para três comer, não estava muito quente e tinha muita cebola.
O horário aqui no chile é uma hora a menos que no Brasil, agora que estamos no horário de verão.
Depois do jantar fomos comprar lembrancinhas, mas acabamos gastando mais da conta.
Andamos mais um pouco pela cidade e fomos pro hotel.