quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Fomos roubados de novo - Roubo número 3

No dia 10/02 acordamos cedo tomamos o café no posto que ficamos estacionados, no café para variar tivemos que comer “medialuna” uma espécie de um “croissant” no formato de meia lua, ele é bonzinho, mas todos os dias serviam isso, que acabou enjoando.

Decidimos nesse dia que iríamos dirigir até atravessar a divisa da Argentina com o Brasil, queríamos sair logo da Argentina.

No caminho passamos por vários pedágios, os pedágios na Argentina são baratos, em relação ao Brasil e o Chile.


As 17:15 paramos para abastecer o carro e nossa barriga também, pois seria o nosso almoço. No restaurante do posto, tivemos que rir um pouco com as meninas atendentes, pois quando pedimos uma “gazeosa” ou seja um refrigerante, ela nos ofereceu um “sorvete” imaginem... só que sorvete na Argentina é canudo e o nosso sorvete la é hellado.

Almoçamos um sanduíche com coca-cola e então seguimos viagem.

As 17:35 um carro da polícia saiu da moita ligou a sirene e nos fez parar, o Elton estava dirigindo.

Eles são muito corruptos e na cara dura nos pediram dinheiro, eu fui conversar depois com eles, mas como sou pavio meio curto, sabia que não ia da muito certo ficar la conversando com eles.

O Elton foi conversar e então o custo da brincadeira foi de U$ 100 dolares, isso mesmo eles pediram em dólares. Isso foi pior do que o arrombamento do carro na cidade de Mendoza, pois ser roubados por quem é pago para nos proteger, como diz o comercial da Mastercard... Não tem preço.

As 19:10 chegamos ao 6.000 km rodados.

Quando achávamos que nossos problemas tinham sido suficientes, por nossa surpresa o tempo fechou e começou a chover, choveu muito, paramos e colocamos uma toalha no lugar do vidro que foi quebrado, aquilo deu mais trabalho do que criar porco na corda, um dirige, outro segura, outro olha o mapa, e por ai vai...

As 02:00 da manhã chegamos na Aduana Argentina, que para sair do país é muito fácil, entramos no Brasil que não tinha controle algum, ou seja todo mundo entra e como quizer, e com o que quizer, essa país é uma mãezona mesmo. Por que não barram e dificultam os Argentinos, como fazem com nós brasileiros lá?

Olha a placa do carro argentino, ninguém merece hehehe



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