Encontramos um barzinho que servia o desayjuno a partir das 7:00 da manhã e fomos conhecer.
O barzinho é muito bonito, um estilo próprio, como algo que ainda não tínhamos visto, quadros diferentes na parede, troncos de arvore na casa. Vimos o menu e não entendemos quase nada, então eu resolvi pedir uma panqueca com marmelada, acompanhada de café e suco de laranja.
Demorou muito para chegar a panqueca, e não veio quente. Em seguida veio um suco bem natural e muito gostoso... o café não veio, pedimos por duas vezes, quando então veio uma xícara muito grande, devia ter um meio litro de café.
Custou $ 2.300 pesos chilenos. Achamos muito caro.
Saímos do café e voltamos pro hotel, tiramos um pouco de pó do carro, pois não dava nem para entrar nele... Enquanto estávamos dando uma ajeitada no carro, chegou uma brasileira para conversar comigo e o Tom. Elas vieram do Rio de Janeiro e vieram de avião até Calama. Ela nos questionou se valia a pena vir de carro, pois viu a placa de Criciúma e disse que para quem é jovem tudo vale a pena. Depois chegou a outra e começou a conversar conosco, nos falando sobre as belezas naturais que tinha nas redondezas. Nos falaram que os geisers valem a pena por ser algo único, que tem somente aqui no Chile, o vale da muerte e da lua também é muito bonito, então saímos do hostal, nos despedimos delas e fomos procurar o único posto de gasolina da cidade. Chegamos no posto e o posto estava sendo abastecido, então somente uma hora depois podíamos abastecer o carro.
Resolvemos então ir conhecer os salares e o vale da muerte que fica a 4 km da estrada principal.
O vale da muerte são montanhas no deserto, sem nenhuma vegetação com areias que o pessoal usam para fazer snowboard. O acesso até o topo do vale é de difícil acesso, nem um carro 4x4 consegue chegar lá. Deixamos o carro até onde conseguimos que não atolasse e seguimos a pé.
A visão la de cima é muito linda, difícil de descrever.
Os salares são micro lagoas que estavam secas mas que estavam cheia de sais.
Depois de lá voltamos para San Pedro de Atacama e fomos abastecer o carro. A gasolina lá é $ 611 pesos por litro.
Enchemos o tanque e fomos sentido a Calama.
A estrada é muito boa, e uma hora depois 103 km estávamos em Calama. Entramos na cidade para conhecer e encontrar um local para comer.
Encontramos alguns restaurantes mas não entendemos muito o cardápio, então pedimos o prato que eles estavam servindo. Veio peixe a milanesa, salada de alface, salada de tomates e um molho e muita cebola. O prato acompanha um suco de laranja com banana muito gostoso. A cebola eu não comi, o resto tava muito bom. Custou $ 2000 pesos.
Saímos de Calama as 16:00 e seguimos rumo a Antofagasa. Esta é uma cidade litorânea no pacífico e portuária com 285 mil habitantes.
Chegamos nela, deixei o carro num ponto estratégico e andamos a pé pela cidade com o objetivo de encontrar um hotel. Encontramos alguns e optamos um com o custo de $ 36.000 pesos.
Tomamos um banho e então saímos para comer. Encontramos um shopping na cidade, e então encontramos um mac donalds. Como estamos enjoados com essa comida, fomos comer mac que custou 2.390 pesos.
Passeamos um pouco pelo shopping, comprei um negócio feito de madeira muito diferente e bonito.
Vimos uma máquina da coca-cola daquelas que funciona com moeda. Colocamos uma moeda de 500 pesos, apertamos nas latinhas do que queríamos e não tinha o refrigerante. Então pedimos a coca-cola mesmo. Não teve jeito da maquina nos dar a lata de coca-cola, então depois de muitas tentativas, fomos comprar água e refrigerante num bar na rua mesmo. Damos uma circulada pelo centro da cidade, retornamos pro hotel e fomos dormir para sairmos cedo desta cidade sentido a Santiago.
Daqui a Santiago são 1400 km.
Hoje ultrapassamos 3000 km rodados desde o dia que saímos de Criciúma.
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